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Transporte otimizado

FONTE: Revista Téchne :: Reportagens :: ed 186 - Setembro de 2012

Transporte otimizado

Elevador de cremalheira pode ajudar a reduzir tempo de ciclo de processos das construtoras. Confira como dimensionar o equipamento corretamente e otimizar seu uso na obra
Gisele Cichinelli

A alta produtividade alcançada em obra tem sido um dos maiores impulsionadores do uso de elevadores de cremalheira nos canteiros brasileiros. Com o equipamento, é possível aumentar a velocidade do transporte de cargas, reduzir o número de paradas para manutenção e obter velocidade quatro vezes maior na telescopagem (incremento da altura da torre). Outra vantagem proporcionada pela solução lembram alguns construtores, é a possibilidade de transportarem concreto, eliminando assim a necessidade de bombas específicas para essa finalidade.

"Esses equipamentos são versáteis, fáceis de operar, transportam pessoas e todos os tipos de materiais para todos os andares e estão disponíveis em dimensões variadas, para suprir demandas diferentes. Além disso, seus preços são competitivos", lembra Ubiraci Espinelli Lemes de Souza, diretor da Produtime Gestão e Tecnologia e professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

Dentre os itens de segurança oferecidos pelo equipamento está o sistema de freios do tipo paraquedas, acionado sempre que a velocidade de descida for maior que o limite preestabelecido

"Vale destacar que a capacidade de carga do elevador de cremalheira é em torno de duas a duas vezes e meia maior do que o de cabo, além do mais importante, que é a questão de segurança", compara Alexandre Mourão, diretor técnico da construtora cearense C. Rolim, especializada na aplicação dos conceitos de Lean Construction em suas obras. A presença de dispositivos de segurança (como freio motor, freio balão e quadro de controle com análise de eventuais problemas), de fato, também tem sido um diferencial que tem atraído as construtoras, ressabiadas com o histórico de acidentes e incidentes envolvendo o modelo convencional a cabo de aço, a migrarem para a solução.

Mas para que todas essas vantagens sejam convertidas em ganhos na obra, o primeiro passo é dimensionar corretamente os equipamentos. "Há uma tendência errada de se economizar com o subdimensionamento dos equipamentos de elevação e transporte, o que acaba causando um problema de congestionamento em obra e, consequentemente, a diminuição do rendimento que o elevador poderia oferecer", alerta Paulo Melo Alves de Carvalho, diretor do segmento de gruas da Associação Brasileira das Empresas Locadoras de Bens Móveis (Alec).

Variáveis importantes

Fatores que influenciam o dimensionamento do equipamento:

  • Volume de insumos a serem transportados por serviço em função do tempo necessário para o atendimento ao cronograma da obra;
  • Capacidade do equipamento (carga e velocidade);
  • Tempo necessário de transporte e descarga por pavimento;
  • Número de trabalhadores;
  • Horários de entrada, de almoço e saída;
  • Material a ser transportado;
  • Volume e peso dos principais materiais;
  • Estimativa da quantidade de entulho a ser removida;
  • Número de frentes de trabalho dos processos críticos;
  • Outros equipamentos de transporte a serem utilizados (além do elevador de cremalheira);
  • Geometria do canteiro;
  • Fluxo de materiais.

Fatores que influenciam o aproveitamento do equipamento:

  • Localização - o ideal é montá-los próximos aos estoques e centrais de processamento intermediários e em locais onde a interferência com outros serviços (vedações, instalações e fachadas pele de vidro, por exemplo) seja mínima;
  • Acesso - posicioná-los em local com acesso a todos os pavimentos, de preferência em ambientes espaçosos;
  • Interferências - solucionar as interferências do percurso do elevador com as peças estruturais;
  • Planejamento - definir previamente uma programação para uso do equipamento no canteiro;
  • Montagem - estabelecer no cronograma da obra o momento de montagem e desmontagem dos elevadores cremalheiras.

Normas técnicas:

  • NR-18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção
  • NB 233 - Elevadores de Segurança para Canteiros de Obras de Construção Civil

Dimensionamento correto 
O mercado brasileiro oferece máquinas com capacidades de carga que variam entre 800 kg e 2 mil kg (contra a capacidade de carga de 800 kg a 1.100 kg dos modelos a cabo) e velocidade de 35 m/min a 60 m/min (contra a velocidade em torno de 25 m/min atingida pelo modelo convencional). Com sistema de movimentação igual para todos - pinhão (engrenagem) e cremalheira (régua) -, as diferenças entre os equipamentos fornecidos estão nas dimensões das cabines, nas capacidades de carga, nas velocidades e principalmente na qualidade dos equipamentos.

·         Antes de escolher o modelo, no entanto, é fundamental quantificar o volume de insumos a serem transportados por serviço em função do tempo necessário para a manutenção do cronograma da obra. "Em seguida, devem-se cruzar estas informações com a capacidade do equipamento (carga e velocidade) e o tempo necessário de transporte e descarga por pavimento. Além de dimensioná-lo adequadamente, esse cálculo, quando feito corretamente, também contribuirá para otimizar a utilização do equipamento", observa Adriano Bastos, engenheiro coordenador de obras da REM Engenharia.

Velocidade e capacidade de carga do elevador de cremalheira são maiores que a do elevador de cabos

 

·         Além da escolha da capacidade de carga da cabine, outro fator importante a ser considerado são as dimensões do equipamento (largura, comprimento e altura). "É preciso analisar o sistema de abertura da porta da cabine, que pode ser de guilhotina ou folha. A porta em folha, por exemplo, restringe a medida da largura da cabine para acesso de material e também o tipo de rampa de acesso da cabine", explica Maurício Dias Batista de Melo, diretor de elevadores da Alec. Ele lembra ainda que existem dois tipos de rampa de acesso, externa e interna à cabine. "A rampa de acesso interna restringe o espaço dentro desse ambiente", completa.

·         Outro ponto a ser ponderado é a altura do edifício. A escolha ou não pelo modelo de cabine dupla - com duas plataformas independentes correndo em lados opostos de uma mesma torre - pode ser vantajosa em situações em que o volume de trabalho e a altura do prédio forem maiores, preferencialmente a partir de seis andares. A grande vantagem dessa alternativa é, sobretudo, econômica, já que o custo de locação ou aquisição é, em média, 50% superior ao da cabine simples. O diretor da construtora cearense Novaes Engenharia e especialista em construção enxuta, Marcos Novaes, ressalta ainda o fator velocidade como item importante nesse cálculo. "Para o padrão de obras praticado no Brasil, a velocidade de 30 m/min é adequada. Mas para obras muito mais altas, acima de 100 m, um elevador de cremalheira mais rápido pode fazer diferença." Vale lembrar que o dimensionamento desses equipamentos deve ser feito por profissional legalmente habilitado. No mercado, inclusive, já há fabricantes que possuem softwares capazes de calcular a demanda e dimensionar o equipamento correto.

Descrição: http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/186/imagens/i354095.jpg

Solução holística
Além dos elevadores de cremalheira, o mercado oferece várias opções para transportar materiais em obras, tais como gruas, minigruas, guindastes, porta-paletes, bombas, guinchos de coluna e até mesmo os modelos a cabo de aço. Para otimizar a produtividade, o ideal é que a escolha desses equipamentos de transporte de materiais seja realizada sempre de forma conjunta, considerando os principais materiais e componentes a serem transportados. "Em obras nas quais o sistema de movimentação de materiais é crítico, é necessário fazer um dimensionamento cuidadoso do conjunto de equipamentos a serem utilizados, partindo sempre de um planejamento de longo prazo da obra, com a prévia definição do ritmo dos principais processos e com um projeto de layout do canteiro em mãos", lembra Carlos Torres Formoso, professordoutor do Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Norie - UFRGS).

A partir desse projeto, será possível obter o volume ou a massa de todos os principais materiais e componentes a serem transportados. "Este dimensionamento se torna crítico quando há vários processos simultâneos, como por exemplo, estrutura, alvenaria e revestimentos de argamassa. Normalmente, o dimensionamento é feito apenas para as fases mais críticas da obra", completa. Certas ferramentas de gestão como cartões kanban (que ajudam a reduzir a movimentação desnecessária de materiais) e heijunka box (para nivelar a demanda por materiais) podem ser utilizadas para aumentar a eficiência do sistema de transporte, possibilitando melhor utilização dos equipamentos (incluindo o elevador cremalheira).

Descrição: http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/186/imagens/i354095.jpg

 

·         Fator custo 
Apesar da alta produtividade, segurança e economia maximizadas, os elevadores de cremalheira já chegaram a ser cotados a preços até 150% superiores aos dos modelos convencionais de cabo de aço. Essa disparidade, garante Novaes, é bem menor hoje em dia. Mesmo assim, pode tornar o seu uso inviável em algumas obras. Por isso, o ideal é sempre computar outras variáveis na hora de optar pelo equipamento. Fatores como a velocidade de montagem (de um a dois dias e um dia para a telescopagem), manutenção reduzida, versatilidade - já que pode ser instalado na parte externa da construção - e, claro, o aumento de produtividade conferido pelo equipamento também devem ser considerados, além do preço de aquisição ou de locação.

·         Já no cálculo do custo do equipamento, devem ser levadas em conta variáveis como altura do elevador, quantidade de cabines (uma ou duas) e quantidade de cancelas de pavimento (paradas do elevador). Outro fator importante a ser analisado na composição de preço é o local de instalação, já que em um ambiente mais agressivo o equipamento estará mais suscetível a danos e posteriores demandas de manutenção.

Descrição: http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/186/imagens/i354095.jpg

Cuidados na montagem
Antes de montar o equipamento, é preciso verificar as condições do espaço físico para sua instalação dentro da obra. O local da instalação deve ser escolhido de forma a permitir a ascensão sem interferências do elevador e ainda contar com pontos de energia e iluminação adequados.

Quanto ao momento ideal para instalá-lo em obra, as opiniões variam. Para Paulo Melo Alves de Carvalho, diretor do segmento de gruas da Alec, o mais recomendado é que esse serviço seja executado a partir da segunda ou terceira laje. "Mas, na maioria dos casos, só é executado na sétima laje", observa, lembrando que por lei todo edifício com mais de cinco lajes deve ter elevador de passageiros.

Na grande maioria dos casos, a base desses equipamentos é composta por uma sapata direta em concreto. Somente quando se tem um solo com resistência muito baixa é que se preveem estacas. Independentemente da situação, o procedimento correto e indispensável é consultar um projetista de fundações para executar a solução mais adequada a cada caso.

A fixação da torre é feita geralmente nas vigas externas da edificação com o auxílio de gravatas metálicas de ancoragem, exigindo estruturas resistentes o suficiente para suportar as forças de movimento exercidas durante sua operação. "Mas vale lembrar que podem trazer interferência às fachadas, normalmente impedindo a execução de serviços de acabamento nas prumadas em frente aos equipamentos", observa. A estrutura da torre deve ser instalada em local seco e de fácil acesso, cuidado que facilitará o seu içamento. Por fim, vale ressaltar que a instalação deve ser planejada para que o elevador seja o último equipamento a ser retirado da obra, até que os elevadores definitivos estejam instalados.

Observação: a configuração dos componentes pode mudar de acordo com o produto ou o fabricante

 

Segurança total
Dentre os itens de segurança oferecidos pelo equipamento está o sistema de freios do tipo paraquedas, que oferece proteção contra quedas da cabine por falhas mecânicas ou de freios, e é acionado sempre que a velocidade de descida for maior do que o limite preestabelecido. Além dele, outros dispositivos como os limitadores de curso (impedem que a cabine do elevador ultrapasse o limite mínimo ou máximo do percurso, evitando assim choques com o solo ou com o topo da torre), de acesso (impedem a abertura de portas quando o elevador está em movimento) e de carga (evitam a operação com cargas superiores às estabelecidas) também garantem maior segurança para quem opera e usa esses elevadores.

Para garantir máxima segurança, no entanto, é preciso verificar as condições dos cabos elétricos antes de operar os equipamentos, que devem estar livres e corretamente posicionados. No caso de ocorrência de ventos, explica Batista de Melo, deve-se verificar visualmente o deslocamento dos cabos e se a sua direção não oferece risco durante a operação. "O operador deve portar sempre um anemômetro manual para medir a velocidade de ventos em pequenos intervalos de tempo", lembra. Em condições com ventos de velocidade entre 20 km/h e 40 km/h, e com risco do cabo elétrico ser projetado contra as partes móveis, a recomendação é movimentar a cabine somente com a presença de um observador. Alguns fabricantes recomendam que a cabine jamais seja operada com ventos acima de 40 km/h. Porém, Alves de Carvalho acredita que essa restrição seja exagerada. "Há equipamentos com sistemas de alimentação mais confiáveis em que este risco é bastante minimizado", observa.

Fixação da torre é feita geralmente nas vigas externas da edificação, com gravatas metálicas de ancoragem, exigindo estruturas resistentes à movimentação que ocorre durante a operação

 

Escolha do fornecedor 
A prática mais comum no mercado ainda é a locação do equipamento. Para evitar problemas, no entanto, o professor Espinelli recomenda pautar a escolha do fornecedor pela idoneidade da empresa, exigir a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) de montagem e do equipamento e atentar para que os equipamentos atendam às normas de segurança. "Hoje, há uma tendência para que os operadores do equipamento fiquem em uma cabine isolada no próprio equipamento, portanto, é preferível que o elevador escolhido também atenda a esta especificação", completa Novaes.

"Alguns equipamentos têm uma cabine lateral, mas acredito que essa opção acaba por colocar o operador em situação de risco, pois a posição adotada para se colocar esta cabine externa está geralmente obstruída pela carga, e em casos de emergência o operador teria dificuldade na evacuação. Para mim, o correto é o isolamento, mas próximo à porta de saída", observa Alves de Carvalho.

Como se trata de um equipamento que envolve diretamente a segurança dos funcionários e a produtividade da obra, é altamente recomendável que, em regiões litorâneas, sejam contratados equipamentos com torres maciças ou galvanizadas para diminuir os efeitos da corrosão. Por último, deve-se verificar se a empresa fornece assistência técnica na cidade em que será instalado e se as peças de reposição são de fácil acesso. "A obra não pode ficar parada esperando que um técnico venha de outro Estado ou que uma peça venha de fora do País para fazer o reparo", pontua Novaes.

Velocidade e segurança 
A Metax oferece ao mercado um equipamento moderno e de alta tecnologia, com grande versatilidade para a elevação de pessoas e cargas em alturas mais elevadas, além de segurança e economia de tempo no deslocamento de pessoas, materiais (velocidade de trabalho de 30m/min) e simplicidade no uso e na manutenção. 
Metax 
(19) 3729-6000
www.metax.com.br


Acesse esta matéria em:

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/186/transporte-otimizado-elevador-de-cremalheira-pode-ajudar-a-reduzir-267590-1.asp

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